Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Julho 03 2011

VIVER UM INSTANTE, VIVER PARA SEMPRE !

Adriano Augusto da Costa Filho

Toda alma humana é um movimento,

Que engrandece Deus a todo momento.

Foi-nos mostrado que tudo é escuridão

E tudo detalhado para nosso coração !


Vivemos um único instante na existência,

Todavia, jamais teremos muita paciência.

Sempre pensamos que somos imortais,

Nunca seremos eternos, jamais, jamais !

 

Dia após dia, já somos outra pessoa,

Como o silêncio de um sino que após ressoa.

Tanto fisicamente, como mentalmente

E seremos aquilo que nós somos realmente !

 

Só pensamos ansiosamente no futuro,

E para isso fazemos um trabalho muito duro.

Esquecemos do presente de tal forma

Que vivemos o presente nessa norma !

 

Vivemos como se nunca fossemos morrer,

E morremos ser termos muito vivido.

Por essa razão é que o mundo está perdido,

E vivemos sem saber o que é o viver !

 

Para sermos felizes,olharmos as vidas alheias

E entrelaçarmos com elas em imensas teias.

Temos que  começarmos a pensar muito

E só seria com Deus o nosso intuito !

 

Todavia,seguiremos a obra Divina,

Essa seria o final de nossa sina.

Se distinguirmos as coisas com emoção

Também menos chegaremos à uma conclusão !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.

Academia Virtual Poética do Brasil.

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil.

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

publicado por mariaivonevairinho às 01:30

Maio 29 2011

 

O MUNDO PERDIDO DAS ILUSÕES!

 

Adriano Augusto da Costa Filho

 

O Mundo todo é feito de ilusões,

Todos seres têm as suas paixões.

Se assim não fosse nada nos restaria

E a beleza universal se perderia!

 

Tudo nos leva a paraísos perdidos,

Desmanchando todos sonhos urdidos.

Mergulhamos em uma realidade

E os sonhos são lapsos de verdade!

 

O Paraíso perdido é um lugar perfeito,

Que em sonho será sempre refeito.

Está presente e pode ser olhado,

Certamente nunca poderá ser tocado!

 

Nesse mundo de ilusões perdidas,

Lugar maravilhoso em eras urdidas.

Quando lá estivemos nada sabíamos

E hoje daqueles tempos só sonhamos !

    

Esse mundo é um lugar maravilhoso,

Como numa festa em arraial mavioso.

Nos sonhos foi lançado há séculos,

Nas futuras gerações em tempos certos!

 

Quando lá estivemos nada sabíamos,

Só sonhos desse Paraíso sentíamos.

Mas hoje, em nostalgia já o sabemos

E de saudades certamente morreremos!

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 16:44

Maio 29 2011

 

A ÁRVORE AO RAIAR DA PRIMAVERA!

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Algumas folhas de uma árvore caíram,

Com certeza ali no chão elas ficaram.

Eu não reparei a chuva que caia

Porque meu pensamento além fluía!

 

Nessa ramagem sempre ia refrescar-me

E ao seu pé costumava ali sentar-me.

Matar a sede das sedes do infinito

Para acalmar a alma sem qualquer grito!

 

Ninguém se importou saber onde vivo,

Se sou um homem e se sou um espírito.

Falo com as árvores, como com os humanos

Porque de Deus criaturas nos somos!

 

Afinal as árvores são como os seres humanos,

Tem seus valores e os seus desenganos.

Como elas também nós adoecemos

Às vezes nos recuperamos e finalmente morremos!

 

Em seus galhos brotam folhas e flores,

Todas elas para nós com seus pendores.

E gostaria de perguntar-lhe, porque adoecer?

E tenho pena de ela não poder responder!

 

Mas, essa árvore é um vivo ser

E muitos anos com certeza vai ter.

Porque ficas triste? Pulsa-te a vida

Tens a natureza à tua volta envolvida!

 

Quero acariciar-te e olhar a tua alma,

Porque transmites a meu ser a tua calma.

És com certeza na tua grande solidão

Um pedaço eterno do nosso coração!

 

Não passas de uma árvore muda e quieta,

Mas, sonhas como eu com a beleza certa.

E tu só tens a gratidão, só tens brandura

E sempre nos dás abrigo com total ternura !

 

Quando eu vou em teu redor descansar,

Sonhar eu vou com o meu pensar. 

Acariciar os lindos e longos ramos

E com certeza como namorados que somos!   

 

 Primavera nesta data já vem vindo,

De um fulgor enfeitado e todo infindo

E com certeza deixar o resto com Deus

Que encantará tuas folhas aos olhos meus!

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

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Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

 

publicado por appoetas às 16:32

Maio 29 2011

A ILUSÃO DO TEMPO!

 Adriano Augusto Da Costa Filho

 

Houve um tempo, que nada reinou,

Na memória imortal se apagou.

O tempo e a matéria não existiam,

Na explosão os neutros se expandiam!

 

Nessa explosão nasceu o Universo

E daí tudo foi um grande sucesso.

Aconteceu que o Universo se expandiu

Mas, houve um tempo que nada existiu!

 

Nessa singularidade da grande explosão,

Ainda não existia qualquer coração.

Bilhões de graus nessa era fenomenal

Só Deus sabia da explosão sensacional!

 

  Hoje para nós o tempo não é nada,

Visão melancólica da vida imaginada.

Vivemos sonhando num punhado de anos

Quase todos tristes e por demais insanos!

 

Deixar marcas sempre queremos,

Mas, praticar o bem, esquecemos.

Cada um de nós de acordo com a idade,

Só percebemos tarde toda realidade !

 

Deus está presente no Cosmos,

Por certo, filhos Divinos seremos.

Deixou ao homem algum poder

Que era para o bem sempre fazer!

 

A Terra tem cinco bilhões de anos,

Nada saberemos de onde  viemos

Como também para onde vamos,

Mas, vivemos em eternos enganos

 

O correto é imaginarmos somente,

Que viver é uma arte latente.

Nascer, crescer, viver e morrer

É na contagem do tempo quem merecer !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

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Maio 29 2011

O VELUDINHO !

 

Adriano Augusto Da Costa Filho

 

Em eras de minha infância,

Marcadas pela excelência.

Por um cãozinho "Veludinho"

Tão cheias de muito carinho !

 

Por entre matas e jardins,

Todas lindas com jasmins.

Nas manhãs esplendorosas

Corríamos entre as rosas !

 

 Quando róseas nuvens passavam,

Os dois em corridas caminhavam.

Nas tardes fagueiras da natureza

Sorriamos felizes com certeza !

 

 O olhar desse cãozinho tão lindo,

Sempre presente de um olor infindo.

Seu pêlo total e muito branquinho

Parecia de um pássaro em seu ninho !

 

Nas frágeis teias do destino,

Sempre cantarei o seu hino.

No coração  marquei seu encanto

E na minha imaginação outro tanto !

 

Veludinho um cão tão lindinho,

Voltou um dia para o seu ninho.

Irá passar um tempo infindo

Mas,não haverá outro tão lindo !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

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Maio 29 2011

OS MARAVILHOSOS TEMPOS !

 

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Eu nasci numa época maravilhosa,

Toda calma, linda e muito virtuosa.

Sou de um tempo assaz brilhante

Que na eternidade foi só um instante.

 

Andei correndo em campos floridos,

Todos lindos e muito queridos.

Hoje nos meus olhos sempre aparecem

Mas, nos sonhos eles desvanecem !

 

 

Desse tempo jamais vou esquecer,

Na juventude eu vi o ideal nascer.

Uma Obra Divina lançou no coração

E a poesia nasceu na eterna emoção !

 

Naqueles tempos das almas inocentes,

Como rios límpidos em suas vertentes.

Tudo era um doce atrativo e formosura,

As pessoas traziam no coração a ternura !

  

Hoje o coração vagueia no ermo agreste,

O coração cheio de amor se veste.

O sonho daqueles tempos tão lindos

São repositórios de sonhos  infindos !

 

 

 

Corri mundos e mundos sem fim,

As tristezas invadem o coração assim.

Mas, por certo toda  beleza da vida

Por Deus,será sempre no coração inserida !

  

Tempos imemoriais, santuários de amor,

Levo daqueles tempos um grande olor.

Os sonhos do presente são imensas poesias,

Cantadas em versos criadas em belos dias !

 

 

Ah! Sonhos eternos do tempo que passou,

E que no coração eternamente ficou.

Corri mundos e mundos sem fim

E agora só quero a poesia junto a mim  !

 

 

Os dias fagueiros de passados vibrantes,

No coração continuam sempre atuantes.

Viverei alguns anos sempre sonhando

E da poesia eternamente amando !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

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publicado por appoetas às 15:52

Maio 22 2011

 

CARÇÃO/RIO FRIO/PORTUGAL !

 

Adriano Augusto da Costa Filho

 

 

      Em eras imanentes elas vieram,

      Dos Celtas povos maravilhosos.

      Romanos,Mouros ali pararam,

      Na Lusitânia dos povos brilhosos !

 

      Rio Frio de um povo encantado,

      Foi Rívulo Frígido do Monte.

      Da era Romana destacado,

      Por séculos e séculos avante !

 

      Desses tempos seculares,

      Vem caminhando meu cerne.

      Em séculos aos milhares,

      O meu espirito e minha carne !

 

      Dos Anes eu vim caminhando,

      Em séculos e séculos sem fim.

      Mãe, primos, Avós adorando,

      Como flores plantadas num jardim !

 

      De Carção terra infinita,

      Terra de grandiosos povos.     

      Nunca a alguém fez desdita,

      Para os antigos, como aos novos !

 

      Carção dos Celtas benditos,

      Aos judeus deram acolhida.

      Aos mouros e aos romanos,

      Dessa história nada perdida !

 

      Dos Costas sou descendente,

      Do Pai e Avós vim caminhar.

      Ali bordou-se secularmente

      O meu romântico poetar !

 

      Sou brasileiro pelo Sol

      E português pelo Sangue.

      Do Brasil amo todo o rol,

      De Portugal nunca exangue !

 

      De infinitas eras eu vim,

      Caminhando sempre sem fim.

      Amo o meu Brasil altaneiro

      E Portugal o ano inteiro ! 

 

      Amo o lindo Trás-os-Montes,

      Rio Frio, Carção terras lindas.

      Dos rios, as suas vertentes,

      Que vieram de épocas infindas !

 

      Eu vi essas terras tão lindas,

      Beijei seus intocáveis chãos.

      Terras lindas de épocas tantas

      Pisadas por tantos irmãos !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

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(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 19:31

Maio 22 2011

 

O GRITO DO TEMPO !

Adriano Augusto da Costa Filho

 

 

 

Adriano, quantos anos você tem ?

Ninguém sabe, nem eu também.

Eu, talvez há milhões de séculos,

Todos os cálculos serão incertos !

 

 

O tempo por certo não existe,

Ele voa e no calendário persiste.

Cada dia que passa é um dia há mais

Ou um dia a menos pelos demais !

 

Sou produto eterno da natureza,

Venho vindo a cada ano com certeza.

Sou o mesmo ser que existiu no tempo,

Como plantações repetidas no campo !

 

Já vivi milhões de anos incertos,

Venho de outros corpos certos.

Sou efêmero corpo no momento

E transmiti meu corpo com alento !

 

Só Deus sabe o que estou fazendo,

Se estou rindo ou se estou chorando.

Vou embora um dia só pensando

E por cento na eternidade chegando !

 

Na infância acalentei a saudade,

Nos primeiros passos dessa idade.

No entardecer da vida só lembrando

E da minha vida na saudade recordando !

 

Foi-se embora a infância e a juventude,

Belos tempos em toda plenitude.

A velhice é um tempo de recordação

Que as marcas deixaram no coração !

 

Ninguém de minhas andanças lembrará,

Só as almas que para o infinito irão.

Sou produto eterno da natureza,

Essa verdade existe com toda certeza !

 

Mas, na eternidade sempre viverei, 

Como um diamante brilhante serei. 

Deus criou as almas para o acalentar 

E na eternidade sempre para o amar !

 

O meu corpo um produto finito,

Vai-se embora sem olor restrito.

Ficarão outros corpos benditos

Como nas procissões os séquitos ! 

 

No nosso restrito pensamento,

Saberemos tudo nesse momento..

Encontraremos Deus nesse instante 

E nosso amor não será mais latente !

   

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

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(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 19:22

Maio 22 2011

 

A  FLORESTA DOS SONHOS !

Adriano Augusto da Costa Filho

 

 

 

A vida é um floresta de sonhos,

Pode ser curta ou de longos anos.

Conhecemos logo no inicio dela,

Que poderá ser ruim ou muito bela !

 

Ela é como uma imensa floresta,

Todo ser quer que seja uma festa.

Por acaso a conhecemos no inicio

E com um ardor todo muito fictício !

 

Ao adentrar nessa floresta imensa,

Iremos partilhar toda sua vivência.

Não poderemos mais nela recuar

E só para a frente poderemos andar !

 

Se nela enveredarmos muito,

Não teremos como recuar tanto.

Só iremos tentar descobrir caminhos

Como um artista compõe seus hinos !

 

Muitas vezes estamos dentro dela,

E devemos pensar como ela é bela.

Essa floresta imensa que é a vida

Só com o amor não será toda perdida !

 

Muitas vezes na nossa existência,

Que para nós é toda uma essência.

Essa vereda não conseguimos achar,

Que poderia nossa vida modificar !

 

Nada poderemos fazer nessas alturas,

Até que nossos sonhos sejam molduras.

Para podermos nossas virtudes praticar,

Com carinho, paixão e só para amar !

 

Teremos que deixar de lado a ambição,

Que só maltrata nosso pobre coração.

Deixar de lado o ódio e o desamor

E praticar o bem ao próximo com fervor !

 

Nada poderemos fazer no fim da existência,

Porque tivemos tempos com toda essência.

As veredas da floresta de sonhos são tantas,

Que só para Deus terão suas importâncias !!!

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

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(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 19:09

Maio 22 2011

 

O  T E A T R O !


Adriano Augusto da Costa Filho

 

Em priscas eras, lá na Grécia
E também no império da Pérsia.
Os estudos eram concentrados
E os estudantes eram premiados !

 

Passaram-se milhares de anos,
Alguns belos,outros insanos.
Mas, nestes nossos momentos,
Estamos agora em outros tempos!

 

No passado desses tempos,
Infindáveis de grandes alentos.
O Teatro dos gregos e troianos
Era mostrado por anos e anos !

 

Verificando os anais d'antiguidade
E sabendo dessa veracidade.
Todos os escritores e poetas
Faziam parte dessas festas !

 

Nesses tempos lá na Grécia,
A obra teatral era linda e sadia.
Quem as escrevia com beleza,
Os lauréis recebia com certeza!

 

Para salvar a nossa humanidade,
Em qualquer época de nossa idade.
Só o Teatro com sua nobre arte,
Trará para nós todo seu suporte !

 

Ele é o edifício das obras dramáticas,
Mostra a beleza das canções líricas. 
Respaldo sempre da humana arte,
Há todo sempre e em qualquer parte !

 

No Teatro mora a beleza impenetrável,
Mostra à escrita e a poesia memorável.
Nos premiou em séculos e séculos sem fim.
Dourado "Teatro" como um prêmio de Marfim !

  

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.

Academia Virtual Poética do Brasil.

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil.

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 19:01

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